quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Insônia

     Tenho procurado ser influenciado cada vez menos pela opinião dos outros à meu respeito, sobre minhas atitudes, sobre eu. Fico feliz por estar conseguindo cada vez mais me importar menos... tenho vivido muito melhor.
    Às vezes eu tenho a necessidade de escrever e exteriorizar algumas coisas que ficam se passando dentro da minha cabeça, como agora, por exemplo, que eu deveria estar dormindo mas não consegui pelos meus pensamentos estarem extremamente agitados, então levantei escrever. Exteriorizar.
      A ordem com que eu vou dizendo as coisas pode não fazer sentido algum, ou até mesmo terem uma ligação entre si, mas tanto faz, talvez uma ou duas pessoas leiam isso mesmo (ou até mesmo nenhuma), o que tanto faz também.
    As férias estão prestes a acabar e estou com medo de ficar escravo da rotina do trabalho-faculdade nesses quatro primeiros meses de aula e acabar me deixando de lado... me afastando de mim. Isso pode ser um problema e um potencial motivo de crise pela falta de tempo para comigo mesmo. E isso não é bom.



Ps: preciso comentar que os parágrafos desalinhados me incomodam. Mesmo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Viva la Vida

     Ultimamente tenho sentido que estou numa sintonia tão legal e verdadeira com a vida. Dela nada tenho cobrado, só tenho agradecido, entendido, compreendido e digo: tenho sido tão mais feliz desta forma...
     Tenho aprendido a viver e não mais apenas a sobreviver, se é que dá pra perceber a diferença. Tenho aprendido sobre o amor... Tenho aprendido a apreciar os detalhes... 
   Tudo isso pode ser um reflexo das férias - que diga-se de passagem têm sido as melhores dentre muitas outras - juntamente com o desacelero do dia-a-dia. Mas não importa o motivo pelo qual eu esteja me sentindo assim, só espero conseguir manter isso cada vez mais.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

[aos olhos dos outros]

Pra quê essa coisa de querer estar sempre bem? O feio, o bagunçado, o mal arrumado, o incerto... também é certo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Perfumada flor

Onde eu vivo também existem cores, sabores, odores... silêncio.



Amores.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Look for heaven

     Então eu me perguntei: quanto do tempo que ousamos chamar de nosso, utilizamos para apreciar verdadeiramente a vida?
      Hoje eu me prostrei diante o céu que ficou estrelado só pra mim e me coloquei a observar aquela dança inebriante das estrelas. Como aquilo era lindo!
     A trilha sonora que embalava a noite e os rastros luminosos que cada estrela cadente – muito raras para mim – me preenchiam de felicidade.
    Quanto tempo de nossas vidas separamos para fazer algo tão simples assim? Estar na companhia de bons amigos que nada precisam dizer, apenas o estar é suficiente. Deus, como eu amo meus amigos! Deus, como eu amo a noite.

 Desacelera ae...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Metalinguagem

        Depois que eu comecei a trabalhar durante o dia, meu tempo para "coisas supérfluas" acabou. A faculdade aumentando a carga e a complexidade dos trabalhos quase me deixou louco; varar a madrugada fazendo deveres virou rotina e infelizmente o escrever teve que ser deixado de lado.
        Estava sentindo falta de utilizar a sintaxe — mesmo sem saber exatamente o que é isso. Senti falta do pronome possessivo, do oblíquo, do artigo, das reticências...
        Nesse meio tempo escrevia no bloco de notas do celular umas frases perdidas que me vinham à cabeça, mas nada relevante. Nem sentido às vezes elas faziam mais depois de algum tempo, o que me levava a apertar o botão "excluir". Pura viagem.
        Sei lá, só estava precisando escrever, passar os dedos pelas teclas e ficar observando as palavras irem surgindo aos poucos nessa tela branca. Como eu senti falta!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sobre ausência


     Quem muito se ausenta um dia deixa de fazer falta. É isso o que costumam dizer, certo? Eu duvidava dessa pseudo filosofia até agora. Não sei se é falta de tempo ou o excesso de coisas para ocupar minha mente ou até mesmo as escolhas tomadas.
     Não digo as escolhas da minha parte, até porque de nada tenho tido papel nesse desapego, eu acho.  Talvez realmente fosse disso que eu estava precisando no momento, uma pequena ajuda, uma atitude da outra parte — para variar. As coisas hão de se ajeitarem... sempre se ajeitam. Quem muito se ausenta um dia deixa de fazer falta.

Deixa de fazer muita falta.