E ele se sentia como um peixe morto que se deixa ser levado pela correnteza... Sem ação diante à vida, ele apenas via as coisas passar por ele. Vivia. Sobrevivia. Ou melhor, existia, apenas... O que ele poderia esperar desse mundo podre, cheio de mágoas e erros inconsertáveis? Nada. Talvez nada, pois era isso que o mundo poderia esperar dele também.
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Questions

E antes de deitar para dormir me peguei parado, em frente ao espelho, observando por um tempo com toda a atenção do mundo aquilo que era meu próprio reflexo. Lentamente, meus lábios começaram a se mover e sibilar quase que silenciosamente algumas perguntas... era como se eu fosse obter algum tipo de resposta daquela imagem... eu me olhava firme nos olhos como alguém que busca sinceridade. Só que as perguntas, ah, as perguntas, elas nunca foram respondidas...
segunda-feira, 12 de março de 2012
This is me
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Words I can't say...
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caio Fernando Abreu in Cartas
"Mesmo que não se esteja escrevendo realmente, a gente sempre está escrevendo por dentro."
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Sinopse de uma Sinapse

Olha, você precisa entender que nem tudo nessa vida é pra sempre... Que por mais que sinta-se falta, todo dia, de algo que já passou, talvez você precise encarar os fatos e seguir em frente, sabe? É bom termos bons momentos guardados na memória, quando isso é o máximo que podemos ter... é sinal de que não foi em vão.
E isso é a vida, assim mesmo... Como as estações, por exemplo, chega uma hora em que uma delas precisa acabar para dar chance a outra de fazer parte dos nossos dias... Não importa quantos Invernos ou Verões irão se passar, eles sempre deixarão seus resquícios, de uma forma ou de outra, como algo que foi bom.
domingo, 28 de agosto de 2011
Not anymore
Sabe, parei de escrever. Na verdade só não estou mais escrevendo porque finjo não sentir nada, vai que eu caia nessa, não é? E parece que tem funcionado... Ao mesmo tempo que tenho a necessidade de gritar algumas coisas, não quero que você saiba delas, pois ao escrever me denuncio e não quero ser descoberto, não mais. Tornar externo alguns pensamentos de nada adianta, então por que o fazer?

